Marcenaria sociocriativa
Aprendizado baseado em projetos

Projetos que impulsionam

Criar com a madeira possibilita experimentação, descoberta de novas possibilidades, segurança de si, busca por aperfeiçoamento e aceitação das frustrações. Para conduzir os participantes por estas etapas, uma metodologia única foi desenvolvida ao longo do tempo, com a experiência das turmas realizadas nos últimos anos e inspirada por estudos em Project Based Learning.

O aprendizado prático é melhor absorvido quando é desafiador, empoderador e divertido.

O desenvolvimento pessoal se concretiza durante a busca por responder a uma pergunta, ou desafio autêntico. Os cursos se iniciam com a apresentação de um problema envolvente e complexo, oferecendo ferramentas, oportunidade e apoio para a sua resolução. Ao final, celebramos juntos os resultados atingidos. A lógica de gamificação está presente na metodologia, reforçada pelos seguintes pilares:

Acordos Coletivos
Todo encontro se inicia estabelecendo em conjunto as regras que vão nos ajudar a ter uma boa prática conjunta, acordadas por todos.
Oportunidades
São os desafios ou questões que vamos resolver ao longo da jornada da oficina, que pode ser desde uma necessidade pessoal até uma necessidade urbana.
Apoio
O aluno sabe que pode arriscar e se sente mais confortável para errar tendo alguém que o acompanha durante o aprendizado. Facilitar sem entregar o jogo.
Reconhecimento
Durante o fechamento onde fazemos feedbacks e autoavaliação podemos refletir e perceber como mudamos após a experiência. Quais transformações obtivemos a partir das ações que tivemos.
Fazer transforma

Objetos com propósito

As peças trabalhadas nos cursos são funcionais. Desde caixas de ferramentas e organizadores pessoais a bancos e mesas que propiciam interação social, todos são úteis.

Objetos que melhoraram a vida cotidiana num nível individual e coletivo.

O nível de dificuldade na confecção das peças é adequado ao formato do curso. Peças mais simples são propostas para grupos que estão iniciando na marcenaria ou mais complexas quando o objetivo é desafiar o aprimoramento de habilidades.

É através do processo de fazer as peças propostas que as pessoas entendem e vivenciam o processo. As etapas de confecção da peça são pensadas para impulsionar o desenvolvimento pessoal de habilidades técnicas e sociais.

Os participantes podem customizar os projetos e desenvolver algo que atenda suas necessidades únicas ou as do grupo. Todos fazem a mesma peça, mas cada um com seu jeitinho. Os objetos desenvolvidos podem ser de uso individual (banquinhos) ou coletivo (bancos de mobiliário urbano) e as dinâmicas de trabalho são propostas para intercalar momentos de criação indiviual com coletiva.